A Meta trabalha com dois papéis principais de parceiro na WhatsApp Business Platform, e é comum confundi-los na hora de contratar uma plataforma. Os dois dão acesso à mesma API oficial e ao mesmo Embedded Signup. O que muda é o modelo comercial e de responsabilidade.
| Aspecto | BSP (Solution Partner) | Tech Provider |
|---|---|---|
| Relação com a Meta | Parceiro homologado que pode revender e intermediar | Empresa de tecnologia integrada via Embedded Signup |
| Cobrança das mensagens da Meta | Pode passar pela fatura do BSP, com condições próprias | Vai direto da Meta para a conta (WABA) da empresa cliente |
| Propriedade da WABA | Pode ficar no portfólio do BSP ou do cliente | Fica no portfólio da própria empresa cliente |
| Produto para o usuário | Acesso à API, às vezes com plataforma própria | A plataforma em si: inbox, automações, campanhas, relatórios |
- Os dois modelos usam a mesma API oficial: não existe diferença de "qualidade de conexão" ou de recursos de mensagem entre eles.
- No modelo Tech Provider, a empresa é dona direta da sua WABA e dos seus ativos: trocar de plataforma não significa perder o número nem recomeçar limites.
- No modelo BSP com revenda, vale ler as condições: preço por mensagem pode vir com margem sobre a tabela da Meta.
- Muitas plataformas combinam papéis: são Tech Providers para o produto e trabalham com BSPs para casos específicos.
Na prática, a pergunta certa ao contratar não é "você é BSP?", e sim: de quem é a WABA, quem fatura as mensagens da Meta (e com qual margem) e o que acontece com o número e o histórico se a empresa quiser trocar de fornecedor.
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