Antes de 2022, a única forma de acessar a API oficial do WhatsApp era a versão On-Premise: um cliente que precisava ser instalado e mantido em servidores próprios (da empresa ou de um BSP), o que exigia equipe técnica dedicada e infraestrutura considerável. Em 2022, a Meta lançou a Cloud API, hospedada por ela mesma, simplificando muito o processo de entrada.
| Aspecto | Cloud API | On-Premise API |
|---|---|---|
| Hospedagem | Servidores da própria Meta | Servidor próprio da empresa/BSP |
| Infraestrutura necessária | Nenhuma (apenas integração) | Servidor dedicado, manutenção contínua |
| Tempo de configuração | Horas a poucos dias | Dias a semanas |
| Atualizações | Automáticas pela Meta | Manuais, responsabilidade do time técnico |
| Disponível para novos clientes | Sim | Não recomendada; Meta migrou o foco para a Cloud API |
A Meta vem incentivando fortemente a migração de quem ainda opera On-Premise para a Cloud API, e novas contas praticamente não conseguem mais iniciar do zero no modelo antigo. Isso significa que, hoje, ao contratar um provedor ou plataforma de API do WhatsApp, o esperado é que a operação já rode sobre a Cloud API por padrão.
Na prática, para quem está apenas contratando um serviço de atendimento via WhatsApp (e não construindo a própria infraestrutura), essa diferença é mais uma camada técnica de bastidor do que uma decisão do dia a dia, mas vale confirmar com o provedor escolhido se ele já opera sobre Cloud API, especialmente se você recebeu uma proposta de uma solução mais antiga.
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